CULTURA IV
Lúcia
e Brant são divergentesLúcia Albuquerque (PSC
- Frente Independente de
Pernambuco) e Frederico Brant
(PSN), ambos com 0% nas
pesquisas, também responderam ao
Caderno C, mas apenas a primeira
acenou para uma proposta objetiva
no desenvolvimento do assunto
tratado na matéria. Joaquim
Magalhães (1%, segundo o
Datafolha) não entregou nenhum
documento até o fechamento dessa
edição, apesar das diversas
tentativas da Reportagem.
Lúcia
Albuquerque também aposta na
"riqueza do folclore, na
miscigenação de ritmos e cores,
e, principalmente, na
criatividade que nasce do
povo". Seu foco é o
interior. Com o apoio da
Fundarpe, seu governo estaria
interessado em firmar parceria
com a secretaria de Educação
para estimular a produção nos
espaços mais longínquos.
A intenção da
candidata é aproveitar a
realização dos tradicionais
ciclos festivos (Natal, Ano Novo,
Carnaval, Semana Santa, São
João) e realizar feiras e
festivais para lançamentos de
novos valores artísticos.
Frederico
Brant, por seu lado, considera
que "as manifestações
culturais devem ser incentivadas
como forma de um melhor convívio
entre os habitantes das diversas
localidades". Mas, frisa,
que sua preocupação é com a
desigualdade social e o
desemprego.
Está no texto:
"Entendemos que um cidadão
com a barriga vazia não tem
condições de se manifestar
culturalmente. E quando mesmo
assim se manifesta, faz para
esquecer a fome. (...) Achamos de
máxima importância que o
governo não utilize verbas que
poderiam ser destinadas à
educação, à moradia, à
assistência da saúde, entre
outras de caráter social,a obras
chamadas de culturais (colocou
aspas) que se destinam apenas a
fazer propaganda
administrativa". Encerra,
assina e agradece.