-- - - - - - - -- - - - - - - -- - - - --Jornal do Commercio - Recife, 02 de setembro de 1998

SELEÇÃO
Bosco e Jackson estão entre os selecionáveis

RIO - Wanderley Luxemburgo tem a missão de iniciar o trabalho que visa à conquista do pentacampeonato mundial de 2002 no Japão e na Coréia do Sul e também da medalha de ouro olímpica de 2000 em Sydney. E já começam a surgir nomes de jogadores com chances de convocação para a nova equipe brasileira. O goleiro Bosco e o meia Jackson, do Sport, estão na lista dos jogadores com chances, assim como o meia Juninho, do Vasco, que iniciou a carreira no Sport.

Alguns que disputaram a Copa do Mundo na França serão aproveitados, outros que foram esquecidos por Zagalo terão nova oportunidade e muitos novatos serão lançados. Até o final do ano, a Seleção Brasileira fará quatro amistosos e em 1999 disputará a Copa das Confederações, no México, e a Copa América em Assunção, no Paraguai, além de amistosos mensais. Para esta verdadeira maratona, Luxemburgo terá um agradável problema: fartura de bom jogadores.

OS SELECIONÁVEIS - Corinthians - Marcelinho Carioca, Amaral, Vampeta, Silvinho; Palmeiras - Velloso, Júnior Baiano, Cléber, Júnior, Alex, Zinho e Paulo Nunes; São Paulo - Rogério, Zé Carlos, Serginho, Alexandre, Souza, Dodô e França. Santos - Argel, Jean, Athirson, Lúcio, Viola e Adiel; Portuguesa - César; Vasco - Carlos Germano, Odvan, Felipe, Pedrinho, Juninho e Donizete. Flamengo - Romário (se recuperar a forma), Marcos Assunção e Rodrigo. Botafogo - Vágner, Gonçalves, Bebeto e Sérgio Manoel; Cruzeiro - Dida, Ricardinho, Müller e Fábio Júnior. Inter - André, Régis e Christian; Grêmio - Roger e Ronaldo. Sport - Bosco e Jackson; Barcelona - Rivaldo e Giovanni. Real Madrid - Roberto Carlos e Sávio; La Coruña - Flávio Conceição e Djalminha; Atlético de Madrid - Juninho; Betis - Denílson; Internacional - Ronaldinho e Zé Elias; Roma - Cafu e Antônio Carlos; Fiorentina - Edmundo; Bayer Leverkusen - Emerson e Zé Roberto; Yokohama Flugels - César Sampaio.

AMÉRICO DEMITIDO - Américo Faria, que trabalhou durante dez anos como supervisor da CBF, não está mais nos planos da entidade. A comunicação oficial foi feita pelo secretário geral da CBF, Marco Antônio Teixeira.


     

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