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DENGUE
Período
de chuvas preocupa técnicosGradualmente,
os casos de dengue estão
voltando a afetar a população
do Estado. Os meses de março
até maio, segundo a coordenadora
de epidemiologia da Vigilância
Sanitária da Secretaria, Vânia
Benigno, desde 95 vêm sendo
considerados os de maior
incidência da doença, por
coincidir com o período chuvoso.
A quantidade oficial de casos,
segundo Vânia, ainda não foram
registrados pela Secretaria
Estadual de Saúde (SES). Ela
explica que, com o recente
repasse de verbas pelo
Ministério da Saúde para os
municípios, os trabalhos de
combate ao mosquito Aedes aegypti
deverão ser intensificados.
"Só que o mais importante
é a educação e
conscientização da população,
para não guardar objetos que
armazenem a água onde os
mosquitos se proliferam",
ressalta a coordenadora.
Os maiores focos de
transmissão da doença, segundo
o coordenador regional da
Fundação Nacional de Saúde
(FNS), Giovani Oliveira, são os
vasos de plantas, lajes de
construções e pneus, onde se
acumula água. Ele destaca que -
com o Plano de Erradicação do
Aedes aegypti - FNS, Estados e
municípios passam a ter papéis
distintos no combate a dengue.
"Ao município cabe a parte
operacional. Aos Estados, o
treinamento e intervenções,
enquanto a FNS repassa verbas e
fornece os inseticidas".
A chefe de Epidemiologia da
FNS, Ana Lúcia Magalhães,
garante que o estoque do
larvicida Temephos e do fumacê
Malathion estão garantidos para
todo o Estado. "Se a demanda
aumentar, nós recorremos a um
estoque reserva", garante.
Ela destaca que os centros
urbanos com grande fluxo de
visitantes são mais propensos ao
vírus. "Caruaru é um
exemplo".
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