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DENGUE
(II)
Ministério
destina R$ 25 milhões para
combate à doença no EstadoApós
ter erradicado, por duas vezes, o
Aedes aegypti, mosquito
transmissor da dengue, após da
década de 70 o Brasil voltou a
conviver com esta doença,
típica dos países tropicais.
Como apenas o controle da dengue
não vinha surtindo efeito, em 95
o Ministério da Saúde criou o
Plano de Erradicação do Aedes
aegypti, que este ano está
destinando R$ 25 milhões para o
combate do inseto no Estado.
Segundo o chefe do Serviço de
Operação da Fundação Nacional
de Saúde (FNS), Ubiracy Guida,
apesar do controle feito pela
FNS, os casos de dengue vinham
aumentando progressivamente.
"Foi quando o Ministério da
Saúde resolveu acabar de vez com
o transmissor".
O coordenador regional da FNS,
Giovanni Oliveira, afirma que 15%
dos R$ 25 milhões são
destinados ao trabalho de
Educação, Informação e
Comunicação (EIC). "O
restante do dinheiro é repassado
aos estados e municípios".
CONTROLE NATURAL -
Afirmando que o uso do fumacê
deve ser o último recurso para
controlar a proliferação do
vírus da dengue, Giovani
Oliveira destaca que o tratamento
focal, através de larvicidas e
da extinção de focos, deve ser
priorizado. "Mas estamos
perto de um controle biológico,
através de um predador natural
das larvas do Aedes aegypti, pois
os inseticidas são
prejudiciais".
A pesquisadora Eugênia Rios,
da Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE), já está
testando em campo, o bacilo
Turigienisi, predador das larvas.
"A técnica não traz
impactos ambientais", afirma
a pesquisadora.
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