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MULHER
/ MERCADO DE TRABALHO
Uma
ciência com nome de mulherpor
BENIRA MAIA
benira@iteci.com.br
A informática se rende às
mulheres ou são as mulheres que
se encantam com a computação? O
certo é que a intersecção
dessa relação é uma realidade.
Hoje as garotas ocupam quase
metade das vagas dos cursos
universitários de informática e
são 40% dos sócios das novas
empresas de software do Recife.
Numa ciência com nome feminino,
elas fecham acordos comerciais,
desenvolvem softwares, dominam
sistemas, comandam cursos e tomam
decisões estratégicas na área
de redes, Internet e projetos
variados. Mas quem são essas
mulheres que ajudam a tocar a
computação em Pernambuco? Às
vésperas do Dia Internacional da
Mulher, o caderno Informática
ajuda a desvendar um pouco desse
universo. De uma forma geral,
todas concluem ser puxada a
rotina de conciliar
trabalho-casa, mas não
desistiram da carreira
profissional e, superando a
canseira, são consideradas
bem-sucedidas em suas áreas.
Outra unanimidade é que não
gostam de ser observadas pelo
prisma das
mulheres-que-deram-certo, mas
simplesmente como profissionais
vencedoras.
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