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MULHER
/ MERCADO DE TRABALHO (V)
Magdala
NovaesO
casamento da medicina com a
informática tem, de certa forma,
uma madrinha no Estado, Magdala
Novaes. Pernambucana de
Timbaúba, ela coordena o
Infovida, projeto de um grande
banco de dados sobre saúde na
Web; trabalha para o Hospital
Virtual e integra o projeto que
prevê a criação de um extenso
prontuário médico eletrônico.
A importância da bonita
morena dentro da telemedicina
pernambucana pode ser medida por
mais esse dado: é a única
docente no Departamento de
Medicina Clínica da Universidade
Federal de Pernambuco, com quase
80 professores, que não é
formada na área de saúde. Com
pós-gradução na França em
automatização do
seqüenciamento de DNA, Magdala
venceu barreiras junto ao
departamento, foi fundadora do
setor de bioinformática e hoje
dá aulas de Informática em
Saúde.
Muita coisa para uma mulher de
30 anos, divorciada e com uma
filha, Camila, de 3 anos?
"É difícil ser
profissional, mãe, mulher, chefe
de casa... Muitas vezes
penalizamos a vida pessoal. O dia
da mulher deve ser bastante
comemorado", diz. Mas ela é
mulher de encarar desafios. Tanto
que entrou em Informática na
UFPE aos 16 anos e aos 20 já
estava formada - foi da última
turma que tinha quatro anos de
curso.
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