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RESPOSTAS
Destilaria
São Luiz nega envolvimento em
crimeO
superintendente da Destilaria
Agroindustrial São Luiz, Luiz
Antônio Queiroga, negou qualquer
envolvimento da empresa com o
assassinato do trabalhador rural
José Severino da Silva, morto no
último domingo pelo também
agricultor Severino do Nascimento
em Marial, Mata Sul, - como
denunciou, ontem, o deputado
federal Fernando Ferro (PT).
"É uma irresponsabilidade
insinuar que a destilaria está
ligada ao crime onde os fatos,
que levem a esta conclusão, são
poucos", disse
Para Luiz Queiroga o fato do
agricultor morto, funcionário da
destilaria desde maio de 96, ter
uma uma ação indenizatória a
receber pendente é uma
casualidade que não pode ser
relacionada com o seu homicídio.
"Temos inúmeras questões
trabalhistas em andamento, o que
é uma situação normal na vida
de uma empresa", avaliou.
A suposta relação entre a
destilaria e a morte do
ex-funcionário, levantada pelo
deputado, teria origem, segundo
Fernando Ferro, na morte da
mulher e de um filho de José
Severino, em agosto de 97. Eles
foram esmagados por um trator da
destilaria, no Engenho
Contestado, de propriedade do
grupo. Isso levou o agricultor a
mover uma ação indenizatória
contra a empresa. "Não
tivemos responsabilidade porque
há uma norma interna que proíbe
que os tratoristas dêem carona
nos veículos; a mulher e a
criança, que estavam sentadas no
paralama do trator que, caíram
quando o veículo bateu em uma
barreira".
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