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IRRIGAÇÃO
Colonos
têm saídas para dificuldades de
projeto Da
Sucursal
PETROLINA - Lideranças
comunitárias e vereadores que
integram as Comissões de
Educação e dos Direitos Humanos
e Cidadania da Câmara Municipal
de Petrolina começam a discutir
uma série de ações para
minimizar os problemas existentes
no Projeto de Irrigação Maria
Tereza, inaugurado em setembro do
ano passado sem infra-estrutura
para funcionar. O projeto,
considerado uma obra inacabada,
já é apelidado pelos colonos de
"favela irrigada".
A Associação Comunitária
dos Produtores Rurais do Km-25
reúne-se, amanhã, à tarde, com
representantes de entidades civis
e colonos para analisar os
problemas da área, como falta de
escolas e de posto policial.
Edvaldo José de Araújo,
presidente da associação, disse
que uma das saídas emergenciais
para evitar que muitas crianças
fiquem sem estudar seria
utilização de dois templos
religiosos - um católico
localizado na vila do Km-25 e
outro evangélico no Km-22.
"Estamos defendendo essa
proposta porque achamos que por
mais que se esforce, a Codevasf
não iria construir um galpão
para abrigar todos os
alunos", frisou.
De acordo com Araújo, colonos
e empresários de Petrolina
estão desenvolvendo uma campanha
para angariar material que sirva
para a construção do posto
policial. Também amanhã, um
grupo de vereadores farão uma
visita ao Maria Tereza. De acordo
com a vereadora Isabel Cristina
(PT), que preside a Comissão dos
Direitos Humanos, os
parlamentares vão receber
informações dos colonos e
buscar subsídios para
formalização de um documento a
ser encaminhado aos poderes
públicos.
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