ANIVERÁRIO IV
Jornal
investe em novo parque gráficoDe todas as mudanças
ocorridas no Jornal do Commercio
durante a administração do
Grupo Bompreço, uma das mais
importantes foi o compromisso
permanente assumido com a boa
qualidade do produto, além da
fidelização do leitor. Como
forma de manter o pioneirismo que
marcou nessa última década e
continuar sendo um dos maiores
jornais do país, o JC se prepara
para fazer novos investimentos em
seu parque gráfico e na
aquisição de equipamentos
periféricos, acompanhando as
exigências competitivas do
mercado.
O local
escolhido para a instalação do
novo parque gráfico vai ser
resultado de um trabalho
realizado por uma empresa de
consultoria especializada, que se
encarregará de apresentar as
melhores opções. Ao mesmo
tempo, um Grupo de Trabalho -
formado por representantes de
diversos setores do jornal
(gráfica, diretoria, redação e
informática) - já analisa
projetos múltiplos de grandes
fabricantes do setor de
máquinas, detentoras de
tecnologia de ponta da indústria
gráfica mundial, entre elas,
Wifag, Goss, MAM e Mitsubishi.
De acordo com o
diretor-executivo do JC, Sérgio
Moury Fernandes, o projeto prevê
um incremento da capacidade de
impressão das páginas, mais
velocidade na rodada e mais
opções de páginas coloridas.
Com isso, os 50 mil exemplares
rodados por hora, hoje, passam
para 70 mil. Mais: as 4 páginas
cor para 24 páginas impressas
passam para 16 cor por 32
páginas impressas. "No
prazo máximo de 60 dias teremos
definido o fornecedor e o local
onde montaremos o novo parque
gráfico", diz Fernandes.
Mas a
preocupação com a inovação
tecnológica e com a qualidade
não é exatamente uma novidade
no Jornal do Commercio. Nessa
última década, a área de
tecnologia do jornal passou por
várias mudanças, sempre com
avanços e pioneirismo. Tendo que
começar praticamente do zero,
foram necessários investimentos
fortes em equipamentos de
impressão e pré-impressão. A
informatização da redação,
por exemplo, foi pioneira no
Nordeste, junto à realização
de um projeto gráfico leve e
moderno, sempre atento às
exigências do leitor.
Com um jornal
mais leve do ponto de vista da
diagramação, mais completo do
ponto de vista da informação e
mais bem acabado do ponto de
vista do produto final, a
recepção do leitor não poderia
ter sido melhor. "Queremos
continuar sendo não apenas
líder em circulação, mas,
igualmente, o jornal mais moderno
da região na sua plataforma
industrial", assegura o
diretor-executivo. Com a
definição do local do novo
parque gráfico o JC vai reunir,
na mesma área, redação,
produção industrial,
impressão, administração e
distribuição.
Toda
movimentação do JC tem sido com
o objetivo de fortalecer o elo de
ligação entre o jornal e os
seus leitores, que são os
principais responsáveis pelo
sucesso editorial e pelo
soerguimento do Jornal do
Commercio, iniciado há pouco
mais de uma década. Para este
leitor, o JC tem dado atenção
especial, não só através do
melhor produto jornalístico, mas
através de promoções e no
lançamento de novos produtos.
Sucessos como os fascículos do
"Pernambuco Imortal" e
os atuais "Ayrton Senna,
paixão sem fim" e a
"Videoteca JC" são
apenas alguns exemplos.
O leitor do
futuro também tem seu espaço
garantido, através do
"Projeto JC nas
Escolas" que, também de
forma pioneira em Pernambuco,
transformou o produto jornal em
instrumento pedagógico e trouxe
a escola para dentro do jornal,
com visitas periódicas de
estudantes das redes pública e
privada de ensino.
A
estruturação da Central de
Atendimento, que funciona em
contato diário direto com o
leitor, é também hoje um dos
grandes e eficientes canais de
diálogo com o assinante e com os
leitores de forma geral. Sempre
pensando numa melhor forma de
atendimento aos seus clientes, o
JC já prepara, através da
Central de Atendimento, um grande
banco de dados com o perfil de
cada um dos seus assinantes, o
que vai facilitar ainda mais o
relacionamento do jornal com o
seu público, cada dia mais
exigente.
Além da
preocupação com o público
externo, o JC nesta última
década vem desenvolvendo também
um moderno sistema de
valorização de recursos
humanos, com ganhos para a
empresa e empregados. No JC,
além da garantia de
participação nos lucros, os
empregados podem dar sugestões
sobre como aumentar a receita da
empresa, com idéias que, se
selecionadas, ainda recebem
prêmios. Além disso, um amplo
sistema de treinamento e
reciclagem envolve todos os
setores, sempre de olho na
qualidade do produto, mantendo o
nível das boas relações
humanas.