ANIVERÁRIO V
Redação
é sinônimo de pioneirismoCom a aquisição do
Jornal do Commercio pelo Grupo
Bompreço, a redação do JC
transformou-se numa espécie de
laboratório de jornalismo. A
fórmula, definida então pelo
editor-geral, jornalista Ivanildo
Sampaio, há 11 anos no comando
editorial do jornal, reunia o
conhecimento de profissionais
experientes com a garra de jovens
profissionais recém-saídos das
universidades. O resultado não
poderia ser mais positivo. O JC
tem hoje uma das mais premiadas
redações do Nordeste, com um
trabalho jornalístico de
reconhecido prestígio regional e
nacional, sempre atento às
novidades e a novos produtos
O
reconhecimento do mercado ao
trabalho realizado na redação
só foi possível, segundo
Ivanildo, porque, no comando da
redação, as ações eram
respaldadas pela política de
reestruturação da empresa, sob
a ótica de uma administração
moderna, tal como já acontecia
nos grandes jornais brasileiros.
"Os onze anos de
administração do Grupo
Bompreço foram importantes não
só para Jornal do Commercio, mas
para o exercício do bom
jornalismo em Pernambuco e no
Nordeste", enfatiza o
editor-geral, que com sua
aguçada percepção de formador
de equipe foi, na redação, um
dos grandes responsáveis pelo
sucesso editorial do JC.
Segundo o
editor-geral, a diretoria do
Sistema Jornal do Commercio e do
Grupo Bompreço sempre deram
total apoio para que o JC
fizesse, como faz até hoje, um
jornalismo independente de
interesses de grupos políticos
ou econômicos, comprometido,
principalmente, com os leitores.
"Foi essa mentalidade,
somada a um trabalho empresarial
e editorial competentes, que
fizeram com que o jornal
assumisse a liderança no Estado
e ganhasse destaque na região e
no país", explica Ivanildo.
O compromisso
com o leitor tem sido associado
com outras metas da empresa, como
a de utilizar sua influência de
forma positiva no sentido de
discutir e procurar alternativas
para o desenvolvimento da
economia pernambucana e
nordestina. Foi com essa
filosofia, aliás, que o JC
inovou com o "SOS
Pernambuco", um grande
projeto de reportagens sobre os
problemas e alternativas para
Pernambuco, que resultou numa
série de debates e, finalmente,
foi reconhecido com a premiação
do Esso Regional de Jornalismo, o
mais importante do país, em
1992.
PIONEIRISMO -
Mas já em 1989, dois anos depois
da aquisição do jornal pelo
Grupo Bompreço, a redação do
JC dava sinais do que, a partir
dali, estava começando um novo
tempo. Foi naquele ano, ainda se
recuperando do difícil período
de crise, que a redação ganhava
seu primeiro Esso Regional com a
matéria "10 Anos de
Anistia". Dali em diante,
foram mais três prêmios Esso
Regional, vários prêmios
Cristina Tavares de Jornalismo,
entre outros de caráter
nacional, como o recebido o ano
passado pela Editoria de Ciência
e Meio Ambiente, oferecido pelo
Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e
Tecnológico, o CNPq.
A premiação
do CNPq nada mais foi do que o
reconhecimento do pioneirismo do
JC, o primeiro jornal do Nordeste
a criar uma editoria diária,
específica para tratar das
questões da ciência e do meio
ambiente. São inovações como
esta que, também, têm colocado
o JC sempre à frente e em
sintonia com as exigências do
mercado, às necessidades dos
leitores e de olhos voltados para
o futuro.
Foi esse mesmo
pioneirismo que fez do JC o
primeiro jornal na América
Latina ligado à Internet, a rede
mundial de computadores. No ano
passado, a redação deu mais um
passo à frente no fortalecimento
da relação com os leitores
criando o "JC Atende",
também de forma pioneira, uma
editoria criada exclusivamente
para atender ao leitor, colocando
diariamente nas páginas do
jornal suas sugestões, queixas,
tirando dúvidas e orientando o
consumidor.
Atendendo
também as exigências mais
voltadas ao público feminino,
foi criado, há dois anos, o
caderno Família. Num trabalho
conjunto com a Agência Globo, o
JC publica, todos os domingos, um
caderno variado, com sessões
como "Mulher",
"Esoterismo" e
"Culinária".