- - - -- - - -- - - -- - - -- - - -- - - -Jornal do Commercio - Recife, 02 de dezembro de 1998

HARDWARE
O irresistível charme dos "dinossauros"

Fazer o up-grade do computador, cedendo às tentações dos lançamentos, é uma tendência que não atrai a todos os micreiros. Contrariando as expectativas, muitos se dizem satisfeitos com seus "dinossauros". Afinal, para que abarrotar o micro de programas complexos se a máquina só é utilizada para a edição de textos? Muita gente acha que não vale a pena atualizar o micro se for para ele ficar subutilizado e continuam trabalhando com seus 486 e até mesmo com os "ultrapassados" 386. Para esses usuários, lidar com computadores antigos não significa lentidão nem perda de produtividade, afinal, cada micro funciona bem em determinadas funções, sem ficar apenas ocupando espaço e juntando poeira em casa ou no escritório. Por isso, muitos usuários, como o gerente técnico Caio Júnior, ainda preferem seus PCs antigos, descendentes do primeiro IBM, lançado em 1981. Depois vieram o PC XT, o PC AT, os PCs 386 e 486 e, finalmente, os computadores equipados com chips Pentium.

Confira na reportagem de Fabíola Blah e Hercília Galindo.


 

 

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