CULINÁRIA
Panelas
portuguesas, em versão inox,
ganham aplauso dos chefs cariocaspor LUCIANA FRÓES
Agência Globo
Panelas
portuguesas (com certeza!) andam
desbancando as francesas e
italianas, consideradas as
melhores do mundo. Tão
eficientes quanto, duráveis e de
preços acessíveis, elas
aportaram no Rio diretamente da
"terrinha", importadas
por Júlio César Rodrigues, daJ.
Rodrigues, no Humaitá e São
Cristóvão. A preferida dos
gourmets é a Artame, em aço
inoxidável e fundo em alumínio.
"Elas são mais baratas e
têm a mesma eficiência das
francesas", atesta Edegard
Queiroz do Nascimento, o
respeitado chef carioca Edegard,
da Brasserie Europa, que
atualmente comanda as obras de
construção de um grande centro
gastronômico na Estrada
União-Indústria, em Itaipava.
A linha Artame
é extensa. São mais de cem
itens, que incluem caçarolas,
caldeirões, frigideiras, panelas
para molhos, conchas, peneiras,
entre tantos outros. Uma
caçarola custa R$ 50,00, a
frigideira, R$ 50,30, e um
caldeirão reforçado, R$ 69,30.
"Vários países da Europa e
os Estados Unidos condenaram as
panelas de alumínio, por
considerarem-nas nocivas à
saúde. Com isso, as de aço
passaram a ter prestígio",
conta Júlio César.
Mas o aço
inox, ao contrário do alumínio,
não é bom propagador de calor.
A saída foi providenciar um
fundo reforçado de alumínio:
uma camada de aço, uma de
alumínio e outra de aço. Como
um bom biscoito recheado.