- - - -- - - - - - - -- - - - - - - - - --Jornal do Commercio - Recife, 09 de setembro de 1998

RUMO AO PLANALTO IV
Cúpula tucana não acredita que os ajustes abalem a candidatura

BRASÍLIA - O comando da campanha do presidente Fernando Henrique Cardoso não acredita que os cortes nas despesas públicas, anunciados ontem pelo ministro da Fazenda, Pedro Malan, abalarão a posição do candidato nas pesquisas, como não abalou o aumento das taxas de juros adotadas na semana passada. De acordo com os coordenadores da campanha, as medidas não terão reflexo imediato para a maioria da população e, portanto, não prejudicarão FHC sob o ponto de vista eleitoral. "As pesquisas mostram que a crise não afetou a candidatura Fernando Henrique e que a população vê no presidente o candidato que está em melhores condições para enfrentar as dificuldades", afirmou ontem o coordenador político Euclides Scalco.

"A alta dos juros vai repercutir mais na Bolsa de Valores do que junto à população", observou Scalco. "E o ajuste fiscal não terá reflexo imediato na vida do País", completou o coordenador. Os integrantes da campanha de FHC não escondem a satisfação pelo crescimento do candidato nas pesquisas, justamente nas circunstâncias em que, de acordo com analistas políticos, ele deveria ser mais vulnerável. "Na campanha não existe crise. Estamos subindo nas pesquisas e conquistando os votos entre os eleitores que estavam indecisos", afirmou o coordenador operacional da campanha, Eduardo Jorge Caldas. Entre os integrantes do comitê o crescimento de Fernando Henrique nas pesquisas em plena crise internacional não é surpresa.

 
     

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