- - - -- - - -- - - - - - - -- - - - - - - - --Jornal do Commercio - Recife, 12 de maio de 1998

ELEIÇÃO NA INDÚSTRIA II
Eleição é marcada por um clima de tranqüilidade

O dia de eleição da Fiepe, ontem, foi marcado por um clima de tranqüilidade. Os únicos momentos de tensão foram registrados no início dos trabalhos e próximo ao fechamento da urna. Uma situação bem diferente das eleições de 1992, quando Armando Monteiro Neto alcançou seu primeiro mandato. Naquela época, uma verdadeira batalha judicial acirrou os ânimos dos participantes. Desta vez, o trabalho dos fiscais e dos advogados das chapas que atuaram na sala de votação transcorreu sem sobressaltos.

"Era esperado que fosse tranqüilo assim, o que é muito bom", afirmou o presidente do Sindicato da Indústria Cerâmica, Romeu Jacobina. O presidente da Federação, Oscar Rache, também comemorava a calma entre os eleitores. Para resguardar a eleição, o acesso ao sexto andar do edifício sede da Fiepe foi restrito aos eleitores. Apenas empresários e advogados tiveram livre trânsito. A maioria dos delegados representantes estava votando e deixando o prédio. Apenas os seis representantes sindicais cujos votos foram impugnados, passaram todo o dia na Fiepe, aguardando a decisão judicial.

O entra-e-sai das duas salas que serviram de apoio às chapas demonstrava a tentativa dos cabos eleitorais de conquistar os últimos indecisos. Os dois candidatos tentaram, mas não conseguiram, disfarçar completamente a ansiedade, até a abertura da urna. Ontem, embora tivessem cantado vitória durante toda a campanha, tanto Armando Monteiro Neto quanto Edson Mororó evitaram fazer prognósticos do resultado da eleição.


     

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