- - - -- - - -- - - - - - - -- - - - - - - - --Jornal do Commercio - Recife, 12 de julho de 1998

INTERNET II
Assinantes da expansão de 1996 serão beneficiados

A orientação dos consultores sobre o mercado deve beneficiar os acionistas da Telpe e Telpe Celular, principalmente aqueles 94 mil clientes que participaram da expansão de dezembro de 1996. Na época os assinantes financiaram os serviços e receberam em troca 12.098 ações, cada.

Vale explicar que após a cisão da estatal em duas empresas (fixa e móvel), acontecida em janeiro, as ações se mantiveram unificadas, mas foram separadas em 15 de maio. A partir daí, o acionista da Telpe passou a ter igual quantidade de ações da Telpe Celular.

A duplicação, todavia, não significou que os valores também fossem dobrados. Pelo contrário, foram divididos. O preço total dos papéis passou a ser então, a soma dos valores alcançados pela venda da mesma quantidade de ações das duas empresas - igual ao que seria atingido se os papéis não tivessem cindidos.

Na sexta-feira, o preço do lote de mil ações da Telpe foi R$ 45,40, na Sociedade Operadora do Mercado de Acesso (Soma) - que opera no balcão da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. A mesma quantia de papéis da Telpe Celular foi comercializada por R$ 39,90.

O resultado da venda de um lote de mil ações de cada empresa - R$ 85,30 - está abaixo do valor atingido em março, quando os papéis passaram a a ser comercializados pelo Banco Real - R$ 87,00 - ou antes disso, quando chegou a R$ 91,00 (o lote de mil). A queda não foi tão grande quanto as de ações de outras empresas, mas não deixa de ser prejuízo.


     

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