- - - -- - - -- - - - - - - -- - - - - - --Jornal do Commercio - Recife, 13 de dezembro de 1998

ESPECIAL / AI5
Mário Pessoa garantia a "linha dura" na Faculdade de Direito

O movimento de março de 1964 contou sempre com os expoentes da chamada direita radical, que não era composta apenas por ex-militares, mas igualmente por intelectuais e professores universitários. Em Pernambuco, um dos mais expressivos representantes das forças conservadoras, naquele período, era o professor Mário Pessoa, catedrático de Direito Internacional Público na Faculdade de Direito do Recife.

Nos idos de 1937, o professor Mário Pessoa teria participado do movimento integralista, a facção brasileira do fascismo de Benito Mussolini.

"Pela imprensa e em debates na universidade, o professor Mário Pessoa defendeu o endurecimento do regime implantado com o Golpe de 64. Com amplo trânsito no meio militar, ele teria sido um dos construtores do Ato Institucional nº 5 - o AI-5 - colaborando com a assessoria ao ministro da Justiça Gama e Silva, e posteriormente, defendendo e justificando a medida pela imprensa, como uma resposta necessária ao que julgava uma ameaça à ordem revolucionária.


     

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