- - - - - - - -- - - - - - - -- - - - - - - - --Jornal do Commercio - Recife, 19 de março de 1998

CINEMA (III)
Mais R$ 20 mil em prêmios

Além do prêmio do Festival de Cinema Nacional do Recife, os cineastas mais talentosos do evento ainda contam com uma verba extra de R$ 20 mil. É o que está oferecendo o Prêmio Banco do Nordeste de Cinema, que divide a verba entre o melhor curta e o melhor longa-metragem. As escolha dos vencedores será feita por um júri especial, composto por Kleber Mendonça Filho (do Jornal do Commercio), Amim Steple e Tibico Brasil (videomaker representante do Centro Cultural Banco do Nordeste).

Apesar de ser aberto a todos os participantes, o regulamento do prêmio dá preferência a filmes que tenham temática ou locação nordestina, como é o caso de A Ostra E O Vento, For All - O Trampolim da Vitória e Central Do Brasil. Entre os curtas, a disputa fica ainda mais acirrada. Estão no páreo os pernambucanos Recife de Dentro Para Fora, Clandestina Felicidade, Circo Vicioso e Simião Martiniano, o Camelô do Cinema. Da Paraíba concorre A Árvore da Miséria. O cearense Campo Branco fica fora porque já foi premiado no Festival Guarnicê de Cinema e Vídeo, em São Luís (MA).

Este prêmio faz parte das comemorações dos 45 anos do Banco do Nordeste. O objetivo, segundo os idealizadores da premiação, é contribuir para a consolidação da indústria cinematográfica no Nordeste. Dessa maneira, será estimulado o potencial da região como locação de filmagens e pólo produtor. Os vencedores serão anunciados na noite de encerramento do Festival do Recife


     

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