JC
NEGÓCIOS
Fernando
Castilho
O medo
da exclusão
Porque as
entidades sindicais e os
trabalhares resistem à ideia de
adoção do banco de horas e do
contrato temprário de trabalho?
Porque o debate tende a se
encaminhar para a contestação
pura e simples sem um
aprofundamento das vantagens e
desvatangens, especialmente no
Nordeste? Porque o temor de que
isso em lugar de gerar mais
emprego acabe inbindo a criação
de novos postos de trabalho?
Parece claro
que o movimento sindical criado
à luz de uma época em que
aumento de produção estava
diretamente relacionando com a
criação de novos postos de
trabalho vive o seu momento de
maior desafio porque terá que
rever a sua própria condição
de entidade representativa dos
trabnalhadores sob pena de perder
o bonde da história.
Na verdade nos
últimos anos com a exceções de
sempre e mesmo dentro do setor
estatal que tem a garantia do
desconto da mensalidade de uma
única fonte, o movimento
nãoconsegiu gerar informações
que o habilitem a discutir
alterntivas consistentes para
gerar mais empregos a custos mais
baixos.
Uma olhada nos
numeros do fundo de amparo ao
trabalhador revela que em termos
de investimentos e reciclagem e
requialificação foram muito
baixos. A força da
globalização simplesmente não
deu tempo a ser prevê a
eliminação do emprego antigo e
a preparação para o novo.
Na verdade
poucas entidades sabem orientar
nesta capturade recursos, um
numero menor consegue encaminhar
projetos para essa nova
realidade. O que poderia ser uma
reinvidicação do trabalhador
está caminhando para uma ação
da mepresa que deseja sobreviver
e por isso treina ou recicla seus
empregados.
O problema que
isso leva tempo e custa caro. E
toda essa realidade está sendo
posta na mesa sem que os
dirigentes e até mesmo
consultores tenham tido tempo
para analisar as consequencias
politicas desse imenso rolo
compressor que se coloca na
gfrente do dirinte sindical. O
problema é que na
globaizlaiação está ficando
claro que nem o dirigente teve
tempo de se reciclar. E ele agora
precisa orientar sua categoria
sem sentir firmesa no que esta
diante de sua base.
Perfil
de aluno
O Colégio Geo
já provoca efeitos colaterais no
Shopping Guararapes. Está
levando aos seus corredores um
publico A/B que até então só
freqüentava o Shopping Recife. O
Geo está interessado nisso e
negocia a instalação de uma
loja de serviços no centro
comercial onde, além de receber
mensalidades, vai ter terminais
ligados à Internet, onde
estarão os boletins mensais dos
alunos.
Shopping
1
Ficou para o
dia 20 de julho, a inauguração
do Shopping Center Boa Vista,
localizado na Avenida Conde da
Boa Vista e que está sendo
tocado pelo Grupo Celso Muniz.
Terá 100 lojas distribuídas em
três andares. Esta semana os
lojistas receberam o caderno de
encargos com a data definitiva. A
abertura do novo shopping estava
marcada para maio, mas a
negociação com a Mesbla
retardou o empreendimento.
Shopping
2
O Shopping Boa
Vista terá três passarelas que
o ligarão a Mesbla, de forma que
o acesso possa ser feito tanto
pela entrada do magazine como
pelo novo centro de compras. Na
negociação, a Mesbla obteve do
Grupo CM o compromisso de
restaurar a fachada da loja
inaugurada em 1981, de forma que
ela também será reinaugurada.
Numa segunda etapa o prédio do
magazine deverá abrigar mais 30
lojas integradas ao shopping.
Investidor
São grandes os
planos da empresa espanhola
Iberdrola depois de comprar a
Energipe e a Cataguazes
Leopoldina. Dirigentes da empresa
estudam a disputa da Companhia de
Energia Elétrica (Coelce) e já
pedem dados sobre o desempenho da
Companhias de Energia da Paraíba
- Saelpa e da Celpe. A idéia é
de ter presença numa área
contígua, reduzindo custos de
administração.
Japoneses
Depois que a
Autolline (Honda) anunciou a
inauguração de sua filial em
Piedade, as demais revendas de
carros de luxo japoneses
apressaram suas ações. Em
abril, Mistsubishi reinicia suas
vendas no Recife, agora através
da DHS Imports e a Toyota
começa, na próxima semana, as
vendas do Lexus 300, o top de
linha da mais indústria
automobilística japonesa
através da Toyolex.
Disputa
As empresas de
engenharia HGM e Estacon,
consideradas inabilitadas para a
execução das obras do porto
interno de Suape, também
apresentaram recursos
administrativos contra a
decisão. Além delas, os
consórcios EIT/Brasília
Guaíba, Enterpa/STER, IKAL e
Mendes Júnior/Great Laks,
também entraram com recursos. No
último dia 6 a comissão apontou
como habilitados os consórcios
CBPO/Somar, Christian Nielsen/HAM
e Serveng/Civilsan/Boskaalis. A
briga vale uma fatura de R$
&2 milhões.
Vai ficar para
depois a idéia do grupo Lojas
Americanas de implantar no Recife
uma central de distribuição. A
empresa chegou a selecionar
algumas áreas para o projeto,
mas decidiu esperar para sentir o
rumo do vento do mercado.
O governador
Tasso Jereissati tem uma curiosa
promessa de campanha. Promete
construir 100 minidistritos
industriais, sendo que 30 deles
na Região Metropolitana de
Fortaleza. A idéia é de fazer
projetos em parceria dos
prefeitos com o governo bancando
a infra-estrutura, entregando o
local com asfalto, água, luz e
telefone.
Desembarca,
hoje, no Recife, o ex-ministro
Ozires Silva. Fala para o pessoal
da Associação dos Dirigentes de
Vendas e Marketing, no Mar Hotel,
sobre o tema Tecnologia,
Competitividade e
Desenvolvimento. Às 12h.
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