ASPECTO
Velas
acusam as irregularidades do
motor quando este passa malAssim como o corpo
humano, um automóvel necessita
de revisões periódicas para
manter em dia a sua saúde
mecânica. Quando os prazos do
check-up não são respeitados, o
resultado é quase sempre o
comprometimento do seu
desempenho. Exemplo disso são as
velas de ignição. Quando elas
acusam problema, é sinal de que
o motor do veículo não está
bem.
Velas com
resíduos de impureza incrustados
no bico do isolador e nos
eletrodos, deixando em seu
aspecto múltipla coloração,
são bem a prova de que os
aditivos da gasolina ou do óleo
não foram queimados totalmente e
como conseqüência, o motor irá
apresentar falhas em altas
velocidades. Se a ponta da vela
está encharcada de combustível,
o carro tem problemas na
carburação e irá apresentar
dificuldades na partida.
"Funciona
como um termômetro, indicando as
condições do motor", diz
Paulo Henrique Lacerda, dono da
ClinAuto, referindo-se às velas
de ignição. Elas geram a
energia, através das faíscas
descarregadas pelo eletrodo
central nas câmaras de
combustão. Da mesma forma,
captam toda a sintomatologia do
motor, que, em estado ruim, acaba
provocando o desgaste prematuro
das velas de ignição. "Sua
troca é recomendada entre 12 mil
e 15 mil Km; no entanto, as
produzidas com materiais mais
sofisticados são substituídas
até com 40 mil Km",
enfatiza Paulo Henrique Lacerda,
alertando para o uso adequado da
peça nos automóveis.