ABASTECIMENTO II
Empresário
diz que é vítima de calúnia
por parte da CompesaIndignado com as
acusações da Compesa, o
comerciante Josias Artur dos
Santos disse ontem estar sendo
vítima de uma calúnia da
empresa. Segundo ele, que deverá
prestar depoimento hoje à
polícia sobre o desvio d'água
da adutora do Prata, o açude
existente em sua propriedade é
abastecido por um minante, que
fornece vazão de 1.200 litros
por hora. "Já constituí um
advogado e não vou ficar parado
diante da situação, pois estou
sendo vítima de uma grande
calúnia. Esta é a primeira vez
que sou intimado a comparecer em
uma delegacia, mas tenho a
consciência tranqüila sobre a
minha inocência", garantiu.
Ele explicou
que comprou a propriedade no
distrito de Terra Vermelha há
seis anos, "quando a Compesa
nem pensava em construir a
Barragem do Prata". Ele
ressaltou que, depois de procurar
entre outras áreas, encontrou
esta com uma boa reserva d'água
para abastecer a sua lavanderia
situada em Caruaru. Desde então,
garante nunca ter precisado
utilizar de água da Compesa.