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INVESTIGAÇÃO Jarbas quer apuração rigorosa da morte de PMs O governador Jarbas Vasconcelos solicitou ao secretário de Defesa Social em exercício, Pedro de Biasi, rigor na apuração dos assassinatos dos dois policiais militares mortos quinta-feira (29). Os soldados José Adilson de Lima e Valdileno Viana Guedes, ambos de 30 anos, foram executados com mais de 30 tiros depois de cumprirem pena por insubordinação no Presídio da Polícia Militar. Há suspeitas de que policiais do Serviço Especial de Inteligência da PM cometeram os crimes. "Não se pode condenar ninguém sem provas. Mas para que a própria imagem da PM seja preservada, é preciso que os fatos sejam apurados com o maior rigor possível", disse o governador. O delegado especial Valdir Macedo foi designado para acompanhar o caso e tem um prazo de 30 dias para concluir o inquérito. A sogra e o irmão do soldado Valdileno estavam no carro durante o atentado, mas nada sofreram. "Primeiro serão ouvidas as testemunhas. Depois, todos os acusados citados", disse o delegado. Também haviam sido condenados por insubordinação os soldados Humberto Guedes, Joedson Malaquias e José Adilson Jordão, todos lotados na Companhia Independente de Policiamento e Guarda de Estabelecimentos Prisionais. Eles foram acusados de se recusarem, no dia 27 de fevereiro, a entrar numa Toyota que, segundo os mesmos, não oferecia segurança. O veículo transportaria nove militares. Humberto, que ainda cumpre pena junto com Joedson, afirma que está correndo risco de vida dentro da unidade. "A PM está apurando o caso e eles não correm perigo algum no presídio", afirmou o corregedor da Polícia Militar, coronel Alexandre Brito. O soldado José Basílio do Nascimento também foi solto no dia 29, na presença de diretores da Associação de Cabos e Soldados da PM, e se encontra escondido fora do Recife. |
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