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GOVERNO IV Na briga da LDO, oposição ataca Dorany Nenhum projeto foi votado ontem, na reabertura dos trabalhos da Assembléia. O foco das atenções deixou de ser, apenas, a apreciação do veto do governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) à Lei de Diretrizes Orçamentária, que agora divide espaço com o Programa de Demissões Voluntárias. Como a apreciação do veto só deve acontecer no final do mês, os discursos dão o tom da "briga" entre as bancadas de oposição e governista. A oposição voltou "afiada" do recesso, com uma estratégia que não descarta, inclusive, as ofensas pessoais. Ranilson Ramos (PSB), por exemplo, iniciou seu discurso fazendo um alerta aos colegas deputados: "É preciso que a gente não ouça àqueles que querem ter mais poder", disse, se referindo ao Governo. Depois, mandou fogo, mirando o secretário Dorany Sampaio (Governo): "Não é possível aceitar um secretariozinho questionar a nossa posição", disse, lembrando que Dorany questionou o parecer da Comissão de Finanças contra o veto à LDO. Outros deputados também usaram Dorany como alvo preferido. "Ele disse que o parecer da Comissão de Finanças não tinha validade porque havia sido feito por um engenheiro e um professor. Agora vou comprar um dicionário para ele aprender a distinguir imposto de receita, já que diz que nossa posição é ilegal", disparou Paulo Rubem (PT). João Negromonte (PMDB) saiu em defesa do secretário. "Não vamos entrar para o campo pessoal. As posições devem ser colocadas sem ofensas. Quem conhece Dorany sabe da sua competência e que não pode ser ofendido assim", disse. Leia mais em Economia |
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