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GOVERNO II Geddel acusa aliados de "Plantar" saída de Calheiros BRASÍLIA - O líder do PMDB na Câmara, Geddel Vieira Lima (BA), acusou ontem partidos aliados do Governo, sem dizer quais, de ter "plantado" as notícias sobre as supostas demissão do ministro da Justiça, Renan Calheiros, e extinção da Secretaria de Políticas Regionais, ocupada pelo secretário Ovídio de Ângelis, afilhado político do senador Íris Rezende (PMDB-GO). "Tudo isso não passa de especulação barata e plantação de pessoas da base interessadas no espaço do PMDB", afirmou Lima. Ontem, o presidente nacional do partido, senador Jáder Barbalho (PA), chegou à Brasília para comandar uma estratégia ofensiva com o objetivo de manter o atual espaço do PMDB no Governo. Barbalho deverá conversar com o presidente Fernando Henrique esta semana para saber o que é verdade e o que é mentira sobre as intenções do Planalto. Mas ontem, o senador peemedebista preferiu ficar em silêncio para evitar polemizar o tema sem antes está bem informado sobre a situação. Enquanto isso, Lima foi escolhido para sair em defesa do partido. "A reforma ministerial transformou-se numa ação contra o PMDB", avaliou o líder peemedebista. "Por que ninguém fala em mudar os ministros pefelistas Zequinha Sarney (José Sarney Filho, do Meio Ambiente), Rodolpho Tourinho (Minas e Energia) e Waldeck Ornélas (Previdência)?", ironizou Lima. Ele lembrou que, até agora, o PMDB não foi consultado por Fernando Henrique sobre o assunto. "Portanto, essas plantações tem como objetivo atingir a autoridade do presidente da República e desarticular o Governo", acusou o deputado. |
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