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CARNAVAL VI O Siri se entregou à mulher mascarada com lingerie preta por SCHNEIDER CARPEGGIANI
Uma burocrática seleção de frevo recebia os primeiros participantes da festa, que este ano acertou em cheio na escolha do local. A área descoberta do Cais da Alfândega proporcionou um clima descontraído, contrastando com o ar sisudo que muitos convidados insistiam em demonstrar. Cara feia mascarada à parte. A festa começou mesmo com o show da Versão Brasileira, em uma das suas últimas apresentações com Marrom, que vai seguir carreira solo. A banda tem uma boa presença de palco e conseguiu levantar a parte do público disposto a dançar, porque, para a outra parte, aquela era uma festa apenas para ver, (tentar) conversar e ser visto. "Vou fazer tudo o que uma Tiazinha pernambucana é capaz de fazer", comentava, nos bastidores, a modelo Rivete Vieira, a Tiazinha cover da noite. Por causa do empecilho da máscara, a Tiazinha não é bem uma personalidade, mas sim uma personagem como o Pato Donald e o Mickey. Talvez por isso, o público não estivesse nem aí se quem estava por lá era a verdadeira ou a falsa, o importante era ter uma mulher de lingerie, chicote e mascarada rebolando no palco. Desejo esse prontamente atendido, depois do show da Versão Brasileira, ao som de Puro Ecstasy, do Barão Vermelho. |
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