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ORIENTE MÉDIO III Mundo lamenta a perda de um homem de paz NAÇÕES UNIDAS - O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, lamentou a morte do rei Hussein, da Jordânia, ontem, qualificando-o de "parceiro valoroso da paz". Annan também expressou seu apoio ao novo rei, Abdullah, filho mais velho do rei, que o sucederá no trono. "Superando a dor em Wye Plantation, em outubro, ele nos mostrou novamente sua coragem, um ingrediente essencial em qulquer processo da paz", afirmou Annan. "Sua morte nos coloca o desafio de finalizar esse esforço", afirmou, demonstrando ainda apoio ao novo monarca, que, segundo ele, "merece o apoio" da comunidade internacional na continuação do trabalho de seu pai e para perseguir a paz e a preosperidade de seu povo. Em Londres, o primeiro-ministro Tony Blair eleogiu o rei Hussein e acrescentou que confia planamente na capacidade de seu sucessor. Segundo Blair, o novo rei "deverá ser um amigo da paz no Oriente Médio". O primeiro-minsitro britânico, que comparecerá aos funerais do rei Hussein, disse: "As vitórias do rei Hussein para a Jordânia e para a causa da paz serão lembrados por muito tempo em meu país e em todo o mundo com gratidão e afeto". A Espanha lamentou também a morte do rei, ressaltando que sua morte representa uma perda não apenas para a Jordânia, mas para toda a comunidade internacional. O rei Juan Carlos e a rainha Sofia, ao lado de seus três filhos, assistirão aos funerais do monarca, informou a rádio estatal, acrescentando que a família real espanhola tem uma história repleta de vínculos com a família de Hussein. Por sua vez, o chanceler alemão, Gerhard Schroeder, lembrou "a sabedoria, a perspicácia e o compromisso pessoal inesgotável" do rei na busca da paz. |
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