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CRISE CAMBIAL III Lojistas otimistas com a queda na venda dos importados na feira Entre os lojistas estabalecidos em Caruaru, a queda na venda dos produtos importados comercializados na Feira do Paraguai está gerando expectativa. De um lado, há os que acreditam que a crise na feira não influenciará nas vendas do comércio formal. Para eles, o público consumidor é diferenciado. De outro, estão os lojistas que apostam num aquecimento das vendas, assim que a população assimilar as novas mudanças, num prazo de aproximadamente 60 dias. No setor de eletrônicos, atualmente considerado como inviável entre os comerciantes da feira do Paraguai, a expectativa de aumento de vendas é promissora. Com o fim dos estoques de final de ano, os novos pedidos já acusam um acréscimo médio de 25% para os produtos da linha branca (fogão, geladeira e freezer) e de 5% para os produtos da linha marom (TV, vídeo e som). "O movimento da feira dos importaPAGINA: polig-7.apm FINAL DA COLUNA: 1dos nunca influi as vendas daqui da loja, pois o nosso público é diferente, porém o mercado não está para aventureiros, e a partir de agora só sobrevive quem tiver os pés no chão", alertou Miguel José da Silva, gerente da Credimóveis Novolar. Seu colega de ramo, Adelmo Assunção, gerente da Iguape, lembrou que além do preço, as lojas vão ter que prezar pelo bom atendimento para conquistar os clientes que até então recorriam à feira do Paraguai. O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Miguel Duarte, aposta num crescimento médio de 30% nas vendas no comércio em geral, em conseqüência da queda do movimento na feira dos importados. "Estamos cientes de que as dificuldades serão grandes, mas dos produtos que eram comercializados na feira dos importados, apenas para o setor de eletrônicos as perspectivas não são das melhores", previu. |
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