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Mercado esvaziado na véspera do feriado O mercado financeiro esteve apático e esvaziado ontem, em dia espremido entre o fim de semana e o feriado de hoje, Dia de Nossa Senhora Aparecida. Embora a Bolsa de Nova York tenha dado expediente, o feriado de Colombus Day ontem nos Estados Unidos paralisou o mercado norte-americano de títulos, o que também contribuiu para a reduzida movimentação de negócios nos mercados domésticos. A Bolsa de São Paulo fechou o pregão com discreta valorização de 0,17%, depois de movimentar apenas R$ 210,092 milhões, menos da metade do giro médio diário deste mês. O clima de quase feriado não animou o pregão que assiste amanhã, na retomada dos negócios, mais um vencimento dos contratos futuros de Índice Bovespa (IBovespa), negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Embora o mercado de ações esteja pouco movimentado pela ausência de fatos novos, a expectativa é de aumento de instabilidade nos próximos pregões, por causa do vencimento de exercício de opções, dia 18. A previsão também é que a série de Telebrás com preço de exercício a R$ 150,00 alimente a disputa mais acirrada entre os que ganham com a alta e os que lucram com a baixa dessa ação. Os recibos nominativos de Telebrás estiveram valendo R$ 150,30 no fechamento. São eventos cuja proximidade estimula, em geral, maior movimentação no pregão. Uma ala do mercado, no entanto, dá sinais de desapontamento com as recentes mudanças nas regras de tributação em negócios com ações, como a que alcança o day-trade (compra e venda num mesmo dia) e a que equipara a alíquota de imposto da renda variável com a da renda fixa. RENDA FIXA - O mercado de renda fixa tem mantido o juro estável, embora o Banco Central tenha alterado o viés de neutro para o de baixa dos juros. A questão é que, dependendo do comportamento recente da inflação, não existe muita margem para corte. Os últimos dados divulgados pela Fipe - da Universidade de São Paulo - e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a inflação em alta está quase emparelhada com a inflação. Ouro Fechamento: R$ 19,80 O ouro movimentado na BM&F fechou o pregão cotado por R$ 19,80 o grama, com desvalorização de 0,75%. O volume negociado foi de 104 kg. No mercado de Nova York, na Comex, a onça-troy de ouro foi cotada por US$ 322,80 nos contratos para liquidação em outubro. Dólar O mercado de câmbio também movimentou reduzido volume financeiro e de negócios. Ainda assim, em uma reação de última hora, depois de passar boa parte do dia estável, o paralelo avançou 0,50%, para R$ 1,977 para compra e R$ 2,003 para venda. O comercial seguiu caminho inverso e desvalorizou-se 0,31%, comprado por R$ 1,947 e vendido por R$ 1,949, no fechamento. Bolsas As cinco maiores altas, entre as 47 ações do IBovespa, foram Celesc PNB, 6,4%; Bradesco PN, 4,1%; Souza Cruz ON, 3,5%; Itaúsa PN, 2,7%; e Geradora Tietê PN, 2,5%. As maiores baixas, Gerasul ON, 5%; Petrobrás PN, 3,6%; Petrobrás BR PN, 3,3%; CPFL ON, 3,1%; e Eletropaulo PN, 3%. |
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