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Amália amada Marcos Vilaça envia exemplar do jornal Expresso, de Lisboa, onde li esse comentário: "Surgiram grafitis com a inscrição `Rua Amália' na Rua de São Bento onde se situava a casa na qual a fadista viveu e morreu. As inscrições surgiram logo depois da morte da artista. No entanto, a reivindicação espontânea dos fãs não vai ser acolhida pela Câmara Municipal de Lisboa. A Câmara tem uma política definida de nunca mudar o nome das artérias ou das praças. Novos nomes só serão atribuídos a ruas novas ou que ainda não tenham nome. De qualquer forma a CML não pretende mandar apagar os grafitis da Rua de São Bento, apesar da autoria desconhecida porque não se confundem com as placas que dão nome à referida rua e até seria uma atitude de mau gosto fazê-lo, até porque comporta um lado estético. No entanto, a Câmara de Lisboa já aprovou, por unanimidade, uma proposta do presidente, João Soares, que atribui o nome de Amália Rodrigues ao jardim construído no alto do Parque Eduardo VII e uma rua da capital ainda por definir". Comentário de Vilaça: "Gente civilizada faz assim. Essa inconstância com os nomes consagrados na tradição dos povos é terrível. Como devemos a Gilberto Freyre pela manutenção dos belos nomes de ruas no Recife". Talento Optando pela arquitetura a jovem e bonita Michelle Becker Gil Rodrigues foi uma das boas revelações da Casa Cor, este ano. Michelle criou o espaço ou plano de restaurante, com um bem delineado jardim e local para piano de cauda (onde os talentos da música podem tocar) além de outros belos e criativos detalhes. Destaque Foi no Forte de Cinco Pontas que amigos do político e mestre Antonio Rafael de Menezes comemoraram os seus 70 anos. Há cinco legislatura ele representa comunidades educativas na Câmara de Vereadores. Fundou o Banco de Educação e a Sala de Leitura Gilberto Freyre, iniciativas pioneiras. Através do banco, 30 escolas funcionam em bairros pobres do Recife. E mais. Edita o jornalzinho "Crença". Riscos Temos riscos claros de um aumento da taxa de inflação neste final de 99. O risco vem do setor industrial que está tentando recompor margens de lucros perdidas com a estabilidade. A desculpa é a valorização excessiva do dólar enquanto a oportunidade está centrada nas compras de final de ano do comércio. É preciso que as grandes e pequenas lojas resistam às iniciativas do setor industrial. Os comerciantes devem lembrar que o desemprego está alto e os salários achatados. Logo, quem quiser aumentar preços poderá ficar sem o comprador que imaginou. No palácio Jarbas Vasconcelos envia o convite com o emblema de Pernambuco em dourado, para a festa em homenagem aos 30 anos de colunismo de João Alberto, dia 24. Também para o lançamento, na mesma data, da edição 2000 do seu livro Sociedade Pernambucana. É a segunda vez que o lançamento é feito nos jardins do PCP. A outra foi com o então governador Carlos Wilson. Além de lançar um bom CD, a cantora Inah Caldeira prepara-se para uma apresentação aqui no Recife, mostrando o que é o seu "Mistura Brasil". Está no Recife o romancista e poeta Oliveiros Litrento, que reside no Rio de Janeiro. Veio para lançar, hoje, o seu livro de versos "Eu Te Amo", acompanhado de um CD, editado pela Sony Music, na sede da União Brasileira de Escritores, secção de Pernambuco. Ele tem livros premiados pela UBE. Inestimável a colaboração de Sílvia Pontual para a entrega, hoje, do Prêmio Cristina Tavares Correia 99, nos jardins do Museu do Estado. Artista plástica, Sílvia sabe muito bem o que fazer para o sucesso de um evento desse tipo. |
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