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INTERNET Comércio eletrônico é a tendência do milênio SÃO PAULO - De acordo com estimativas da International Data Corporation (IDC), o comércio eletrônico no mundo vai movimentar cerca de US$ 1,3 trilhões no ano 2003. E, para este ano, a entidade acredita que o comércio eletrônico deve gerar receitas de, no mínimo, US$ 150 bilhões. Ainda em 2003, a IDC prevê que a América Latina terá 19 milhões de pessoas conectadas à Internet, 9 milhões só no Brasil. Destes, 50% são usuários domésticos, cujo gasto per capita deve ficar em torno de US$ 750, gerando receitas de US$ 1,9 bilhões Frente a esta situação, garantir a presença da sua empresa na Rede não é mais uma alternativa. É necessidade. Quem demorar para entrar neste novo mercado pode ter problemas, em um futuro bem próximo, para alcançar os concorrentes. Veja o caso da Barnes & Nobles, maior rede de livrarias dos Estados Unidos. Enquanto os executivos discutiam a participação da empresa na Internet, a livraria on-line Amazon foi fincando bandeira no mercado virtual. Resultado: em janeiro, a Barnes havia vendido para 1,3 milhão de pessoas. A Amazon, por sua vez, registrava 8,4 milhões de clientes atendidos. "Não ter site hoje em dia é inviável", diz o especialista de e-business da IBM, Wilson Cruz. Ampliar a divulgação de uma empresa e dos produtos e melhorar o atendimento ao consumidor, criando um canal direto, são apenas algumas das vantagens. As lojas on-line, por exemplo, permitem vender para outros estados e países, sem a necessidade de estar fisicamente nesses lugares. Mas, se ter site é imprescindível, construir uma loja virtual que funcione não é tarefa das mais fáceis. Primeiro, deve-se definir o que será vendido. "Alguns produtos são mais adequados à Internet", observa Cruz. Serviços financeiros, informática, livros, CDs e turismo são os artigos mais bem recebidos. Comida e itens de vestuário, porém, não são tão indicados. O próximo passo é a criação da loja. Há alternativas para todos os bolsos. "O menor investimento em uma loja on-line fica em torno de R$ 100 por mês", garante Cruz. Neste caso, no entanto, as opções de pagamento e administração são limitadas e o site fica hospedado dentro da homepage de outra empresa. |
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