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HARDWARE Economia é com os multifuncionais por
FABÍOLA BLAH Economia de espaço, de tempo e de dinheiro são as razões mais comuns para a compra de um multifuncional, máquina que reúne num mesmo equipamento as funções de copiadora, scanner, fax e impressora. A Hewlett-Packard, seguindo o mercado, lançou o modelo o HP OfficeJet 725, destinado aos escritórios e pequenas empresas com demanda razoável na área de impressão e digitalização de documentos, mas não podem, por exemplo, terceirizar esse serviço. Aproveitando a presença de um novo equipamento nas prateleiras, o Jornal do Commercio testou três multifuncionais à venda nas lojas do país. Além da máquina da HP, cedida pela distribuidora Nagem, foram incluídos no teste o Document WorkCentre 365 CX, da Xerox, e o OkiOffice 44, da Okidata - os dois últimos foram cedidos pelas respectivas distribuidoras brasileiras. No visual, HP e Xerox ganham disparado. Quem dá valor à presença de uma máquina bonita no escritório certamente vai descartar o quadrado OkiOffice e ficar em dúvida entre os produtos da Xerox e da HP, ambos com design mais arredondado e atraente. Passando para a parte prática do processo, o OfficeJet aparenta maior integração entre hardware e software, por conta do visor de `cristal líquido' que aparece no monitor: na verdade, é uma representação do visor existente na máquina em si, mostrando ao usuário o andamento da tarefa solicitada. Nos equipamentos da Xerox e da Okidata, não há mecanismo semelhante, mas o usuário consegue saber, através das janelas dos programas, o status da impressão, cópia, fax ou digitalização de imagem. "A função de scanner é a mais deficiente nas três máquinas, não por dificuldade no processo. O ato de digitalizar fotos ou qualquer imagem é simples e não requer muita prática. O OfficeJet, da HP, trabalha com imagens nos formatos mais comuns (gif, jpg, tif e bmp, entre outros), com variação de resolução entre 75 e 1200 dpi - o uso de uma resolução tão alta não se justifica, já que a impressora não alcança níveis tão elevados de definição, além de gerar um arquivo muito grande. A máquina da Xerox tem funcionamento semelhante e seus graus de resolução para digitalização de imagens (em preto e branco) são menores, não ultrapassando os 200 dpi. O scanner contido na OkiOffice também é monocromático, assim como todas as outras funções da máquina, que opera com toner. Esse recurso garante qualidade laser à impressão de textos, por exemplo. Na hora da impressão de fotos, o produto da Hewlett-Packard conseguiu ser mais fiel em termos de cores e luz. A imagem utilizada como teste ficou mais nítida, com maior profundidade e melhor definição quando impressa pelo OfficeJet do que pelo Document WorkCentre. A OkiOffice não foi analisada nesse sentido, já que é monocromática. No quesito velocidade, a Xerox é vencedora: um arquivo colorido de 30 KB foi impresso, em alta resolução, em 4 minutos e 16 segundos, enquanto que a HP levou 5 minutos para fazer o mesmo trabalho. As funções de fax e copiadora são muito simples nos três equipamentos. As vantagens do OfficeJet e Document WorkCentre sobre o OkiOffice acontecem, mais uma vez, por conta da cor - os dois primeiros fazem cópias coloridas, com qualidade de jato de tinta. O fax pode ser operado tanto pelo computador como pelo teclado da própria máquina em todos os produtos. Quem quiser um aparelho de telefone, como existe nos modelos de fax tradicionais, só vai encontrar esse dispositivo no produto da Xerox. Outra vantagem apresentada unicamente pelo Document WorkCentre é a possibilidade de rede - ele é o único, entre os equipamentos testados, que possui conector para rede, o que facilita ainda mais o trabalho num escritório. A deficiência se mostra, no entanto, na hora do silêncio: tanto o OfficeJet, da HP, quanto o OkiOffice, da Okidata, são menos barulhentos do que o produto da Xerox. |
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