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HARDWARE II
Softs de controle pecam na qualidade

A operacionalização dos multifuncionais testados acontece através do que se pode chamar de `central de serviços', uma reunião das várias funções da máquina numa mesma interface. A Hewlett-Packard ganha de novo, oferecendo ao usuário uma cara muito mais bonita para seu programa de controle do OfficeJet 725.

O gerenciador do Document WorkCentre, da Xerox, é o Pagis Editor 1.2. Quando instalado, o software vira uma pequena barra flutuante, funcionando como atalho para as tarefas da máquina. Assim como no produto da HP, porém, nenhum dos editores de imagens presentes nos pacotes são de alta qualidade. Quem é acostumado ao sem-número de recursos existentes no Adobe Photoshop, por exemplo, vai se decepcionar com a limitação dos controles de contraste e brilho.

O Pagis Editor não possui a opção `fechar arquivo'. Ele só trabalha com um documento de cada vez - quando o usuário abre um novo arquivo, o anterior é automaticamente fechado. E a única unidade de medida é o pixel, excluindo até os centímetros.

O OkiOffice 44 começa a partir do JetSuite, o gerenciador de funções da Okidata. A interface é igual ao Windows Explorer, com uma janela à esquerda mostrando as pastas onde o programa salva seus próprios arquivos. A máquina trabalha com extensões proprietárias, as JetSuite Docs, o que não permite a abertura de arquivos .jpg ou .rtf, por exemplo, dentro da JetSuite - através dos programas, no caso um editor de imagens e um processador de textos, os arquivos podem ser impressos normalmente.

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Jornal do Commercio
Recife - 15.09.99
Quarta-feira