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HARDWARE III Máquinas põem fim ao labirinto de fios Há um mês e meio, o advogado Luís Sérgio Paiva comprou um multifuncional, o modelo 1170C, da Hewlett-Packard. O principal motivo que o levou à compra do produto foi a simplicidade de conexão. "Decretei um fim para aquele emaranhado de fios que havia por trás do computador", comemora o advogado. Os multifuncionais trabalham com um cabo único, conectado à porta paralela do micro. "Além disso, vale pelo fato de ser uma máquina compacta, ocupando pouquíssimo espaço", ressalta. Paiva aponta outra vantagem da máquina: "A impressora é muito boa, equivale a uma HP 895. Ela consegue produzir nove páginas por minuto, em modo rápido". Para quem trabalha muito com a copiadora, o advogado acredita que não há muitos benefícios. "Se formos para a ponta do lápis, cada unidade copiada acaba saindo mais cara". O assistente de criação Marcelo Ramalho, funcionário da agência de publicidade Ampla, é o principal responsável pelo trabalho com o OfficeJet 725, multifuncional da HP adquirido há um mês pela empresa. "A interface é bem simples, o que não causa grandes problemas para quem não está habituado à máquina", explica. As principais funções requisitadas pela Ampla são a impressão e o fax - pelo fato de lidar profissionalmente com imagens, a agência possui um scanner de maior porte para digitalização de fotos. Uma desvantagem notada por Ramalho é a falta de conexão em rede. "Antigamente trabalhávamos com um produto da Xerox, que era monocromático, mas permitia configuração de rede", conta. A máquina da Xerox foi trocada por conta de um problema ocorrido com o sistema interno da Ampla, que funciona em DOS. "Não demos sorte de novo, já que essa máquina também não imprime em DOS", afirma. "Uma grande desvantagem desse tipo de máquina é que, quando uma função quebra, normalmente as outras não funcionam. E é preciso trocar de máquina; não há como consertar apenas uma parte específica", lamenta. |
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