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A idéia é levar a vida na esportiva Pré-requisitos básicos para um bom jogo de sinuca: tacos, bolas, alguns amigos e duas mesas, uma para o jogo em si e outra para segurar uma e outra dose de uísque. Seguindo esse roteiro, o bom jogador de sinuca fatalmente perderá a noção do tempo em intermináveis partidas em que ele pode jogar sozinho - caso se ache suficientemente habilidoso para isso - ou mesmo em grupos de mais de dez pessoas. As regras são fáceis e a única exigência corporal do `sinuqueiro' é ter um bom contorcionismo na hora de encaçapar a bola de qualquer ponto da mesa. Apresentada nas próximas Olimpíadas, em Sidney na Austrália, ainda não como esporte oficial, a sinuca foi, durante muito tempo, relegada a dois tipos de imagem: àquela em que as fumaças perpassam fios de luz em um bar escuro ou a dos amigos que, ocasionalmente, encontram uma mesa disponível em um bar ou hotel e começam a jogar sem compromisso. Em ambos os casos, a sinuca é sempre vista como um esporte que serve mais para entreter que para estressar (em termos de tensão de competição). Os empresários Turene Felipe e Antonio Rodrigues fazem parte de uma nata de jogadores que, de tão apaixonados pelo esporte, abriram há um mês uma casa, no Pina, em que jogadores de todos os níveis podem aprimorar suas tacadas com a infra-estrutura de um bar restaurante e de duas salas, uma vip e uma aberta, com 11 mesas ao todo. "A idéia é trazer pessoas que queiram jogar de verdade em um ambiente equipado", elabora Turene que, ao lado do parceiro Antonio, também se enquadra como um "escravo da sinuca". "Muitas vezes, a gente esquece da vida jogando sinuca e só vai chegar em casa tarde da noite", afirma Turene. |
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