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TEST-DRIVE VW traz Van para atender o Nordeste Em um país com as dimensões do Brasil, é muito comum que o nome de um produto se adapte maravilhosamente a uma região, apesar de perder seu brilho, ou mesmo significado, em outra. É o caso do novo utilitário da Volkswagen, batizado, infelizmente, de Van. No Nordeste, a designação lembra veículos destinados ao transporte de um grande número de pessoas, não de carga. Em compensação, o nome pouco feliz parece ser o único aspecto negativo do furgão da Volkswagen. Lançado na Alemanha como Caddy (mudou porquê?), em 1997, o carro vem adicionar uma opção de linha, onde antes só havia o Gol furgão, disponível por encomenda. Fabricada em Pacheco, na Argentina, a Van é a cartada da Volkswagen - líder brasileira em utilitários leves - para crescer em um mercado onde foram vendidos 10 mil veículos do tipo em 1998. Entre os principais atributos do carro estão o conforto e a praticidade. Com preço de tabela (sem frete) de R$ 20 mil, a Van vem de série com direção hidráulica. Isto garante facilidade nas manobras em espaços apertados, mesmo com a carga máxima de 625 quilos. As portas assimétricas se abrem em ângulos de 90° e 180°, facilitando o acesso ao compartimento de carga. Este tem comprimento máximo de 1,68 metro, altura de 1,27 metro e largura de 1,53 metro. O motor 1.6, com injeção eletrônica multiponto sequencial, garante bom desempenho tanto no trânsito urbano mais caótico como nas estradas mais íngremes. São 89,7 cv de potência e 13,7 kgmf de torque, com velocidade máxima de 160 km/h. |
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