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INTERNET II Loja virtual custa, no mínimo, R$ 14 mil A unidade de comércio eletrônico do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) tem um desafio: convencer os empresários pernambucanos que a Internet já está pronta para as vendas online. "A falta de iniciativas neste setor não acontece por carência tecnológica, mas por receio e falta de conhecimento", afirma Georgia Barbosa, uma das profissionais do Cesar que desenvolvem soluções de e-commerce. Georgia, Elisabeth Morais e Simone Santos formam a equipe que criou a Galeria Virtual, uma espécie de catálogo de soluções de comércio eletrônico para diversos ramos de varejo. O trio preparou sites de lojas de celular, perfumarias, alimentos, CDs e até de bordados. Os exemplos básicos podem ser modificados de acordo com as características de cada empreendimento. "As soluções criadas atendem às necessidades do empresário para montar uma loja virtual onde o cliente pode escolher e pagar o produto pela Internet", garante Georgia Barbosa. O interessado em entrar para o ainda seleto grupo de lojistas virtuais precisa desembolsar cerca de R$ 14 mil reais para montar uma "filial" na Rede desenvolvida pelo Cesar. "Esse é o valor mínimo para montar um negócio eletrônico, sem contar com o hardware e os serviços do provedor", explica Georgia. É um preço considerado baixo no mercado. De acordo com uma pesquisa recente do Gartner Group, as empresas pagam entre US$ 350 mil e US$ 2 milhões para estrear no mundo do e-commerce. O site da Livraria Módulo é um exemplo do trabalho do Cesar e serve para mostrar também a importância de manter e aperfeiçoar as soluções de comércio virtual. Para Georgia Barbosa, um trabalho mal realizado pode comprometer o sucesso do empreendimento online: "Não adianta ter um site bonito no ar, se falta uma logística de retaguarda na empresa que possa garantir o recebimento dos pedidos, a rapidez nas entregas, o controle do estoque e o armazenamento dos dados com segurança". SERVIÇO: Cesar: 271-4925 |
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