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LEGISLATIVO II Expectativa da prisão de deputado é frustrada BRASÍLIA - A previsão era de Hildbrando Pascoal seria preso poucos minutos depois da sessão que o cassou. Ele chegou a comunicar, através de advogados, que se apresentaria, mas até as 23h isso não aconteceu. A Polícia Federal, que havia perdido sua pista ontem de madrugada, somente no final da tarde o localizou na Asa Sul. Às 18h30, tenso e abatido, Pascoal saiu do apartamento em direção à Câmara, avisando que iria recorrer à Justiça. Ele tentou, sem sucesso, pedir asilo em embaixadas e fretar táxi aéreo para sair de Brasília. Enquanto os deputados decidiam em Brasília o destino de Pascoal, em Rio Branco, no Acre, o juiz federal Pedro Francisco da Silva convocava 16 agentes da PF para iniciar as prisões de 28 suspeitos ligados ao deputado, e acusados de pertencer ao esquadrão da morte e ao narcotráfico. O vereador José Aleksandro da Silva (PFL-AC), primeiro suplente de Pascoal e suspeito de envolvimento com o grupo do deputado, iniciou uma ofensiva para garantir a posse e esvaziar esforços do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), que quer evitar que ele assuma a vaga. Aleksandro enviou à Câmara dossiê em que denuncia estar sendo perseguido politicamente pelo governador do Acre, Jorge Viana (PT), de quem é adversário declarado. |
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