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CONGRESSO NACIONAL Fiúza e Joaquim querem priorizar ações regionais BRASÍLIA - Antes mesmo de ter sido absolvido na CPI do Orçamento - foi acusado de envolvimento em ilícitos na elaboração do Orçamento Geral da União referente ao exercício de 1994 - Ricardo Fiúza (PFL) decidiu que não iria disputar a reeleição. Ficou quatro anos sem mandato. Agora, retorna ao Legislativo para assumir seu sétimo mandato, que conquistou com 50.029 votos, disposto a reassumir a posição de destaque que sempre teve no Congresso Nacional. Fiúza começou sua vida pública em 1971 como deputado federal, reelegendo-se para mais cinco mandatos consecutivos, o que significa 24 anos na Câmara dos Deputados. Advogado, ex-ministro da Ação Social e da Casa Civil no Governo Collor de Mello, Fiúza destacou-se como líder do Centrão e do Bloco da Maioria, que reunia cerca de 300 parlamentares durante a Assembléia Nacional Constituinte de 1988. Hoje não aceita o rótulo de direita. "Meu compromisso é com a construção de uma sociedade justa e democrática, moderna e desenvolvida", faz questão de assinalar. Entre os projetos que pretende desenvolver no exercício de seu novo mandato, consta o de coordenar um grupo de parlamentares do Nordeste com o objetivo de pressionar o Governo Federal a implementar uma política diferenciada para a região. Também o ex-governador Joaquim Francisco, do PFL, permaneceu afastado da Câmara dos Deputados por opção. Depois de quatro anos sem mandato, conseguiu reeleger-se deputado federal (cumprirá seu segundo mandato) com 81.986 votos. Além de governador (199l-94), ele foi prefeito do Recife por duas vezes, Secretário do Trabalho e Ação Social e ministro do Interior, no Governo José Sarney. Ultimamente, Joaquim vinha atuando como advogado e consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) junto à Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf). Pretende atuar em defesa dos programas regionais, de uma política de incentivo e desenvolvimento para o Nordeste e pela Reforma do Estado. |
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