![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
MERCADO II Governo vê êxodo dos informatas com cautela A exportação dos profissionais do setor para outros estados e países tem sido vista com cautela pelo goveno. "Precisamos exportar as idéias, não os idealizadores", afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Estado, Cláudio Marinho. Apesar da preocupação, os números são animadores: Pernambuco abriga 67% dos centros de pesquisa de toda Região, com R$ 100 milhões de faturamento no ano passado e 250 empresas de software instaladas só no Recife. Os formandos especializam-se em empreendedorismo ainda nas universidades e, em sua maioria, criam suas próprias empresas. Quase 150 já foram criadas a partir da UFPE. O Estado também possui mais de dois mil mestres e doutores e cerca de 800 pesquisadores vinculados ao CNPq. Uma das metas do governo é a consolidação do pólo de conhecimento de informática, com busca de investimentos para subsidiar novas empresas, centros de pesquisa e propagar ainda mais a informática pernambucana pelo País afora, tendo como pontos fortes de apoio a Sociedade Brasileira para Produção da Exportação de Software (Softex Recife), o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), além do Departamento de Informática da UFPE. Cerca de 400 novos profissionais de informática saem das universidades a cada ano, mas, segundo o Governo, o mercado tem capacidade para absorver muito mais. "Em quatro anos, Pernambuco vai exigir quatro vezes mais especialistas no setor do que hoje", diz Marinho. |
|