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MÍSSEIS EUA pressiona Coréia do Norte CINGAPURA - Os Estados Unidos, Coréia do Sul e o Japão advertiram, ontem, a Coréia do Norte sobre "sérias conseqüências" se ela conduzir outro teste de míssil de longo alcance, como o de agosto. O grupo exortou-a a aproveitar a oportunidade de um novo envolvimento com a comunidade internacional. A secretária americana de Estado, Madeleine Albright, disse ontem, durante reunião da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), em Cingapura, que a Coréia do Norte pode obter benefícios para seu povo ao aceitar o pacote de incentivos oferecidos pelas três nações. "Assinalamos que outro disparo de míssil de longo alcance, quer se chame prova ou tentativa de pôr um satélite em órbita, seria muito desestabilizador e teria conseqüências sérias", disse Albright. O chanceler sul-coreano, Hong Soon-young, lembrou que a paz para a Península coreana, cerca de 50 anos após o fim da guerra, ainda é provisória. Nenhum dos países explicou quais as penalidades, mas sugeriram que um teste poderia pôr em risco o acordo de 1994, segundo o qual eles forneceriam ajuda de US$ 5 bilhões em reatores nucleares e combustível em troca do congelamento do programa de armas nucleares de Pyongyang (capital da Coréia do Norte). Simultaneamente à advertência, o diretor da Agência de Defesa japonesa, Hosei Norota, expressou, de Tóquio, sua preocupação ante a possibilidade de um novo disparo. Para o ministro Hong Soon-Young, "outro disparo de míssil" por parte da Coréia do Norte "provocaria sanções" e este país teria de "pagar o preço". |
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