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DESIGN E POTÊNCIA Fiesta 1.0 é o `Patinho Feio' da Ford A história do Ford Fiesta 1.0 é um pouco parecida com a do `Patinho Feio'. O carro nasceu com um visual pouco atraente e um motor de fraco desempenho. A partir do modelo 2000, a coisa mudou de figura. A Ford substituiu o `cansado' motor Endura pelo brioso Zetec Rocam, com tremendo ganho de desempenho. Além disso, a nova maquiagem da traseira e frente do carro, longe de transformar o Fiesta em um cisne, pelo menos deu um visual mais agradável. Dos dois populares da Ford - o Ka e o Fiesta - , o segundo oferece mais vantagens para quem precisa de espaço. A grande vantagem comparativa do Fiesta é justamente seu grande porta-mala e porta-luva (no Ka, esse espaço é irritantemente limitado). Apesar desta vantagem, o teto do habitáculo ainda é baixo demais. Motoristas com mais de 1,70 metro poderão se sentir desconfortáveis. Quem vai sentado no banco de trás, especialmente os mais altos, arrisca-se a encostar a cabeça no teto. Para compensar (e muito), a dirigibilidade é o ponto forte do Fiesta 1.0. O motor Zetec Rocam assegura a aceleração necessária para ultrapassagens seguras na estrada. Na cidade, o curso pequeno da direção e a estabilidade da suspensão oferecem grande sensação de agilidade e segurança. Infelizmente, este é um quesito em que o design desinteressante do Fiesta mais custa pontos. A visibilidade lateral é fraca, devido tanto ao formato das janelas, quanto aos espelhos, muito pequenos. O Fiesta 1.0 vem nas versões GL e GL Class, cujo preço de tabela, sem frete, é respectivamente R$ 17.480 e R$ 19.300. O modelo GL Class tem os seguintes itens de série: vidros e travas elétricas; direção hidráulica; pára-choques pintados da cor do veículo; banco traseiro bipartido. Definitivamente, um `Patinho Feio' com asas de cisne. |
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