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O JC HOJE
Prêmios confirmam profissionalismo

Em toda a sua história o Jornal do Commercio arrebatou vários prêmios, internacionais, nacionais e locais. Nos últimos 10 anos o JC conquistou o prêmio Esso na categoria regional por quatro vezes. Em 1989, foi a vez de Ronildo Maia Leite, com a edição sobre os 10 anos de anistia política brasileira. Em 1992, o prêmio foi ganho com a série de reportagens "SOS Pernambuco", em 1994 com as matérias sobre os 30 anos do golpe militar de 1964, e em 1995 com a cobertura sobre a bomba no Aeroporto dos Guararapes, durante o golpe. Os três últimos trabalhos foram coordenados pelo então editor de Política, Gilvandro Filho, atual editor do JC OnLine.

Outras conquistas importantes foram os primeiros lugares obtidos no Prêmio Cristina Tavares, do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Pernambuco. Das seis versões, quatro foram ganhas na categoria texto e quatro na categoria fotografia. Em texto foram premiados: o editor-executivo do JC, Cícero Belmar, com "Meninos de rua sobrevivem como travestis", em 1993, e com "Onde há fumaça", em 1995; os repórteres Jomeri Pontes e Luciana Souza Leão, com "Não há vagas", e a repórter Maria Luiza Borges, hoje editora de Economia, com "Ciência e fome", em 1994; além da repórter Ciara Carvalho, com "Salgueiro na rota do crime", em 1996.

Em foto faturaram o prêmio: Roberto Paixão, com "Trabalhadores Sem Terra", em 1993; Alexandre Belém, com "Protesto com Violência", em 1995; Celso Ávila, com "Bandeira dos Sem Terra", em 1997; e Heudes Régis, com "E o Sertão Segue Seco", em 1998.

A editoria de fotografia também ganhou o prêmio internacional World Press, em 1991, com "Loucura", de Roberta Guimarães. No circuito nacional, Pio Figueiroa conquistou o Salão Finep de Fotojornalismo, em 1996. A equipe levou, ainda, vários prêmios locais, como o Cidade do Recife (conquistado por Gilvan Barreto na categoria estudante em 1997 e na categoria profissional em 1998, e por Arnaldo Carvalho, na categoria estudante, em 1998) e o Fotografe Pernambuco (com foto de João Carlos Lacerda).

O caderno Turismo & lazer, por sua vez, venceu, três vezes, o prêmio da Comissão Européia de Turismo, destinado aos veículos de comunicação que melhor divulgaram os destinos europeus.

Já a subeditoria de Ciência e Meio Ambiente recebeu, em 1997, o José Reis de Iniciação Científica, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). No mesmo ano, a repórter Verônica Falcão ganhou o Prêmio UFPE de Jornalismo. E, no início de 1998, ela foi uma das duas repórteres selecionadas nacionalmente pela Associação Americana para o Avanço da Ciência para passar duas semanas em Washington visitando a redação da conceituada publicação científica Science, em Washington.

Em Cidades, a repórter Cleide Alves ganhou dois prêmios em 1996: o da Caixa Econômica Federal e o Cidade do Recife. Já a editoria de Economia mostrou sua força no Prêmio Banco do Brasil de Jornalismo Econômico em Pernambuco/1998, levando os prêmios de melhor caderno, melhor cobertura (Privatização da Celpe) e melhor coluna (JC Negócios).

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