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CULTURA V Um resgate das cores e matizes que marcaram a história do estado A pintura pernambucana nasceu com os holandeses e nos pincéis de Frans Post e desenvolveu-se até o século 19 sem muito brilho e talento. O século 20, no entanto, chegou com talento, inovação e criatividade. Nas últimas oito décadas surgiram Murilo Lagreca, Baltazar da Câmara, Mário Nunes, Fédora do Rego Monteiro, Henrich Moser (vitralista), Emílio Cardoso Aires e Abelardo Maia (cartunista), J. Ranulfo e Luiz Teixeira (desenhistas), Joaquim do Rego Monteiro, Luiz Jardim, Carlos de Holanda e os aquarelistas Eliezer Xavier e Fialho Zuzu. Mas Pernambuco tem pintores conhecidos dentro e fora do país, do porte de um Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres, Francisco Brennand, Jõao Câmara, Gilvan Samico. Ou como Reynaldo Fonseca, Wellington Virgolino, Aloísio Magalhães, José Cláudio, Zuleno, Manezinho Araújo, Abelardo da Hora, Guita Charifker, Tereza Costa Rego, Adelson de Oliveira, Bernardo Dimenstein, entre uma infinidade de nomes impossível de numerar. |
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