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MEMÓRIA II Faro para notícia e para talentos Esmaragdo Marroquim era considerado pelos colegas um jornalista completo. Era um homem de poucas palavras e na redação dizia apenas o necessário para ser melhor entendido. Tinha a mania de colocar a mão na boca para falar com os repórteres. Mas, o que mais chamava atenção nele era a sua rapidez de raciocínio como editor. Dizia-se que, em titular matérias, ele não tinha concorrentes. Marroquim foi diretor de Redação do JC por quase 30 anos. Descobriu e formou talentos, tanto no Jornal do Commercio como Diário da Noite, o vespertino que fazia sucesso no Recife sobretudo nos anos 70. Na opinião dos seus contemporâneos, Esmaragdo Marroquim foi um grande mestre. Sabia conduzir a Redação com equilíbrio, estimulando os jovens e conservando os antigos. Tinha uma liderança nata e faro aguçado para notícia. O jornalista Carlos Garcia, atual secretário estadual de Cultura, classifica Marroquim como um dos mais brilhantes profissionais que conheceu."Trabalhar com ele era um prazer". Esmaragdo Marroquim morreu de câncer, em 1997, aos 85 anos de idade. |
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