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ANO 2000 III Empresas buscam a modernização por GUSTAVO BELARMINO As empresas pernambucanas de informática têm bons motivos para comemorar a chegada do ano 2000. Em 99, o balanço foi positivo: além dos investimentos em novas tecnologias, chegada de capital de risco e rentabilidade maior que a do ano anterior, algumas entraram no ranking nacional de competitividade. Esse foi o caso da Procenge, que ficou com o quarto lugar no País na categoria de implantação de sistemas corporativos de software, de acordo com a revista Info Exame. Para os próximos anos, a empresa pretende ampliar os mercados, trabalhando com exportação de serviços e municipalização das atividades através de parcerias estratégicas. Estamos caminhando para consolidar o que já tínhamos começado, diz o diretor da Procenge José Cláudio Oliveira. Para ele, uma das tendências adotadas pela empresa e que deve ser intensificada é o uso da comunicação remota com os usuários, através de extranet. Além de prestarmos o serviço, acompanhamos o sucesso do cliente. José Cláudio acredita que estar na Internet é um caminho sem volta. A empresa que não aderir está condenando o seu futuro. Na visão da Procenge, para as empresas se adequarem ao processo têm que ficar sempre de olho no futuro e ser receptivas às novidades. Não adianta nada um militar chegar na guerra do Kosovo achando que vai vencer por estar com o peito cheio de medalhas da Segunda Guerra Mundial. Ele certamente será destroçado. Assim acontece com as empresas que não se atualizarem, exemplifica. Em 2000, seá dado um passo importante para se conhecer o setor de empresas de tecnologia da informação em Pernambuco. Faremos uma pesquisa para analisar profundamente o setor. Vamos mapear os empreendimentos existentes, de Recife até Petrolina, revela Oliveira. Por conta da falta desses números (só existem estimativas), deixamos de participar de importantes decisões políticas no Estado. |
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