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Opções ao gosto do freguês nos palcos por Janaína Lima Depois do encerramento das Paixões de Cristo, os atores voltam às suas produções e conseqüentemente os espetáculos retomam suas temporadas. Alguns deles estiveram apenas um final de semana em cartaz, outros já anunciam que não permanecem nem até o final de maio. De qualquer maneira, as opções são variadas, a gosto do freguês. No Teatro Barreto Jr., a grande novidade é a remontagem de O Drama das Camélias, importante sucesso da década de 80, que retorna ao palco pelas mãos dos mesmos diretores Américo Barreto e Fábio Costa. A peça estréia oficialmente hoje, já que, antes da Páscoa, a produção realizou uma apresentação só para convidados. O drama das irmãs xipófagas que apelam para os meios mais escabrosos para conseguirem se separar é riso certo. O fato da peça não possuir diálogos, já que a encenação utiliza a técnica da pantomima é um atrativo a mais. No mesmo teatro, estão em cartaz o musical infantil Branca de Neve e os Sete Anões, sábado e domingo à tarde, e a peça Que Tem Medo de Bruxinha?, domingo de manhã. Com o Parque em reformas, o outro palco disponível na cidade, além do Valdemar de Oliveira, é o Apolo. A casa abriga a produção Hello, Boy, do grupo alagoano. A peça narra a paixão de Victor, garoto de 17 anos, por sua professora de inglês, Olívia, que tem o dobro da sua idade. As sessões são hoje e amanhã, às 21h. As crianças tem como atração no teatro do Bairro do Recife, o infantil Dona Galinha Flora Bela e o Galo Pena Amarela. O teatro do TAP é palco de uma produção da casa e de duas comédias. Na quarta, a opção é a escrachada Ladjane, e, de quinta a sábado , a Trupe do Barulho encena a continuação de Cinderela...: Deu a Louca na História Que Sua Mãe Não Contou .As tardes de sábado e domingo são destinadas ao núcleo infantil do Teatro de Amadores, que apresenta uma remontagem da opereta de Valdemar de Oliveira, Terra Adorada. Os estados brasileiros e algumas das grandes capitais do mundo são percorridas numa viagem virtual. O detalhe é que o elenco é quase todo formado por crianças. Os teatros dos Sescs do interior de Pernambuco recebem a visita do grupo carioca Teatro Diadokai, que mostra o conto musical Pedro e o Lobo.Confira o dia e cidades no roteiro ao lado. Outro palco alternativo que retoma as atividades, pelo menos enquanto não começa a reforma do Cais da Alfândega, é o prédio da Santa Casa, recuperado pela Remo Produções para o espetáculo Abelardo e Heloísa. A peça estreou em janeiro e só deve ficar em cartaz até o final de maio, quando começam as obras do centro comercial que funcionará no local. Até lá, Paula de Renor garante que terá encontrado outro espaço interessante para abrigar a montagem, que foi aclamada como uma das melhores coisas no teatro pernambucano nos últimos anos. BONECOS EM OLINDA O grupo Mamulengo Só-Riso é responsável pelo único espetáculo em cartaz na Cidade Patrimônio Histórico. A companhia chefiada por Fernando Augusto apresenta Foliões e Folgazões, Folgazões e Foliões em horários para crianças, à tarde, e adultos,à noite. A peça inaugura uma nova fase na dramaturgia do grupo, que é considerado um dos importantes redutos do teatro de bonecos do País. Pela primeira vez, os atores do grupo saem de detrás da cortina e dançam e atuam em momentos de rara beleza. |
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