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LEGALIZAÇÃO Trégua na guerra antipirataria acaba dia 8 por Ana Luiza Aguiar Encerra-se na próxima semana a trégua na guerra antipirataria da Abes (Associação Brasileira de Empresas de Software). Foram 60 dias de folga para que as empresas privadas de Pernambuco, do Ceará e da Bahia legalizassem seus softwares piratas. Nesses dois meses que se encerram no próximo dia 8 , a Abes não processou nenhuma empresa que estivesse usando programas de forma irregular. No entanto, as lojas e revendas de hardware ou comerciantes de softwares que comercializavam produtos piratas não tiveram direito a essa colher de chá e continuaram sendo multados. A partir do momento em que compram o programa, muitos usuários passam a crer que são seus donos, esquecendo que existe um contrato para licença de uso e que cada pacote só traz uma licença, explica o representante da Abes, Marcos Mylius. Esse foi o um dos principais problemas detectados em empresas de grande porte do Recife, como a concessionária AutoNunes e a Construtora Moura Dubeaux, multadas no final de março, pouco antes do início da trégua. Tréguas semelhantes já foram realizadas com sucesso no ano passado em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, resultando num incremento de 50% nas vendas de software nesses estados. Também foi registrado um aumento significativo na quantidade de ligações para o disque-denúncia chegaram a 2,8 mil chamadas em um único mês. Direitos - A Abes congrega mais de 400 empresas nacionais de software e é associada à BSA (Business Software Alliance), uma organização internacional que promove o desenvolvimento da indústria de software e defende os direitos autorais para o setor. A BSA atua em 65 países nos cinco continentes. Entre as empresas que apóiam a campanha no País, estão Adobe, Autodesk, Bentley, Corel, Network Associates, Microsoft, Symantec e Vision. SERVIÇO www.abes.org.br |
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