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COMPORTAMENTO II
Pentium II é requisito básico para os games

A onda de jogos em rede, ou multiplayer, vem desde o início dos anos 90, com o surgimento do jogo Dune II. A idéia de confronto com um adversário‘real’ ao invés da simples luta com a máquina veio tomar corpo com os jogos Warcraft, Doom, Command & Conquer e Quake.

Para cada época, no entanto, tecnologias diferentes e mais avançadas. Por isso, não são todas as máquinas que suportam os jogos atuais. É preciso seguir uma configuração mínima para não ter o desempenho reduzido e, conseqüentemente, perder sempre o confronto.

Para se jogar em rede local, em primeiro lugar, o usuário deve possuir uma placa padrão Ethernet (UTP), um cabo para conexão dessa placa com o hub (dispositivo otimizador para onde convergem as linhas de rede) e, principalmente, um equipamento veloz.

Com uma boa placa 3D, compativel com OpenGL ou Direct 3D, uma placa de vídeo SVGA com 16 bits de cor, processador Pentium II com 64 MB de memória RAM dá para jogar alguns títulos mais recentes no mercado.

Já para aqueles que procuram a opção de custo mais baixo, a linha de processadores K6-2 da AMD é a mais indicada.

Ainda para quem vai se aventurar a uma partida pela Internet, uma boa conexão de, no mínimo, 33,6 Kbps, evita o atraso no tempo de resposta do servidor do jogo.

Por exemplo, se o tempo de um jogador A for inferior ao do jogador B com a conexão menos veloz, facilmente ele vai escapar da mira do inimigo e acertá-lo em cheio.

Essa fração de tempo geralmente é medida em pings (pacote de informações enviadas a um endereço para verificar a resposta do mesmo). Na Internet geralmente esses pings variam de 200 a 300 milissegundos. Em uma rede local, esses números caem para 30 a 40, dependendo da estrutura montada.

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Jornal do Commercio
Recife - 31.05.2000
Quarta-feira