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COMUNIDADE Morador de San Martin pede água e segurança A falta dágua está deixando desesperados moradores de San Martin, que reclamaram da situação a Rádio Jornal, Rádio do Povo. Somente a cada oito dias conseguem encher os vasilhames, e mesmo assim tarde da noite, quando a água chega nas torneiras. A Rádio do Povo, que esta semana ouviu as queixas da comunidade, se despede do bairro hoje com apresentação de cantores, show de calouros e escolha da garota mais bonita do subúrbio. Na minha casa a água chega às 22h e vai embora às 5h. Temos que ficar a madrugada acordados esperando que fique limpa, porque sai das torneiras muito escura, e ganhe pressão para encher os baldes, queixou-se João Ferreira, residente na Rua Visconde de Parnaíba. José Bezerra da Silva, que mora na Rua Dom Expedito Moura, também reclama por ficar a noite em claro aparando água. Chega às 2h e acaba às 6h, garantiu. A violência é outro problema do bairro. Mesmo com a circulação diariamente de um carro da polícia, muitos comerciantes continuam mantendo seguranças particulares. Taxistas procuraram a Rádio do Povo para contar que de madrugada bandidos fortemente armados assaltam motoristas que circulam no final da Rua 21 de Abril, próximo à Emprel, e na Rua Mizael de Mendonça, junto de um ferro velho. LIXO - A comunidade também reclama do lixo em canais e da obstrução de galerias. Cláudio Francisco, da Rua Comendador Queiroz de Oliveira, mostrou o mato tomando conta do Canal da Vila Oren I. Galdino da Silva, líder comunitário que reside na Rua 21 de Abril, juntou-se a outros moradores e retirou os entulhos do canal naquela via. É preciso fazer um trabalho educativo com a população, sugeriu. Tereza Cristina do Carmo de Santana, da Rua Comendador José Vita, pede que seja feita a limpeza de várias galerias. |
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