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CHUVAS III Acúmulo de água não altera racionamento As chuvas que vêm caindo na Região Metropolitana do Recife e no interior ainda não são suficientes para alterar o atual esquema de racionamento estabelecido pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Ontem, o diretor de Operações, Antonio Carlos Coelho, disse que as principais barragens do Grande Recife permanecem com baixíssimos níveis de acumulação, só garantindo o abastecimento até abril. No interior, alguns mananciais de pequeno porte foram beneficiados pela chuva, mas também não permitem alterações no racionamento. É um prenúncio de inverno que nos anima, mas ainda é muito cedo para comemorar. Os esquemas de racionamento foram feitos para permanecer inalterados até abril, alertou. Antonio Carlos também disse que as chuvas registradas no interior foram isoladas, o que não caracteriza um inverno antecipado. De acordo com ele, a maior incidência de chuvas foi no Sertão do Pajeú, onde verificou-se os melhores resultados de acumulação em cidades como Afogados da Ingazeira e Serra Talhada. Na avaliação da Compesa, o que aconteceu de mais importante nestas localidades até agora foi o afastamento provisório do uso de carros-pipa. Ele acrescentou também que mesmo nas localidades onde os açudes e barreiros atingiram níveis elevados de acumulação, a diminuição do intervalo do fornecimento de água ainda levará mais de 15 dias para acontecer. Nossos equipamentos para tratamento da água não terão capacidade para produzir o necessário. E mesmo com a produção máxima, muitos locais continuarão com o sistema de rodízio, afirmou. Antonio Carlos também ressaltou que a Compesa não quer correr riscos de desabastecimento por imprudência. O monitoramento dos mananciais continuará rígido até que as chuvas possibilitem resultados mais concretos. A ordem ainda é economizar. |
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