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TRABALHO
CST vai abrir a 1ª sucursal em Olinda

A partir da primeira quinzena de fevereiro, o Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST) estará funcionando com uma filial em Olinda. O objetivo é facilitar o acesso da população daquele município aos serviços da entidade. O CST, iniciativa da Força Sindical em conjunto com o Ministério do Trabalho, cadastra e encaminha os interessados às vagas de trabalho ofertadas no mercado.

Segundo o coordenador do Centro, Marco Aurélio Medeiros, a sucursal estará interligada à sede da entidade em Pernambuco, localizada na Rua da Concórdia, 773. Neste caso, as vagas de trabalho oferecidas nos dois estabelecimentos serão as mesmas.
O prédio de Olinda ficará no mercado Eufrásio Barbosa, numa área de cerca de 80 metros quadrados. A princípio, serão cinco atendentes e uma assistente social para entrevistar o trabalhador. “Teremos no local uma estrutura capaz de ser ampliada, o que dependerá apenas da demanda”, frisou Medeiros. Durante este ano, serão investidos R$ 500 mil no novo estabelecimento de Olinda.

A capacidade de atendimento será de 200 pessoas por dia. A nova unidade também contará com auditório, no qual serão ministrados cursos de inglês, informática e espanhol. Outros cursos também poderão surgir a depender da demanda. As primeiras aulas começarão em abril.

Olinda foi escolhida como o primeiro pólo do CST em Pernambuco por conta do apoio da prefeitura do município. “A estratégia do Centro é criar sucursais com o apoio das prefeituras. Em Olinda, a prefeita Jacilda Urquiza facilitou nosso trabalho, concedendo os prédios para a instalação do Centro”, comentou Medeiros.

O Centro de Solidariedade ao Trabalhador também pretende abrir outras sucursais nos municípios de Jaboatão dos Guararapes, em Caruaru e em Petrolina. A intenção é começar a oferecer os serviços do Centro nesses locais a partir do segundo semestre deste ano. O contato com Jaboatão foi feito, mas a entidade ainda aguarda uma resposta.

ATENDIMENTO – O mês de janeiro foi uma surpresa para o CST. Em apenas uma semana, 86 pessoas foram colocadas no mercado. Um valor considerado relevante numa época em que não existem muitas vagas de trabalho. “Esperamos continuar nesse ritmo até o final do Carnaval”, afirmou Medeiros. 60% dos empregos ofertados são das áreas de serviços, hotelaria, comércio e construção civil. Também estão sendo oferecidas vagas para professores.

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Jornal do Commercio
Recife - 07.01.2000
Sexta-feira